sábado, 4 de janeiro de 2014

porque hoje eu vou fazer um samba sobre o infinito.

tríplice, tripé, tribo.

tá um calor do caralho.
não comi nada ainda.
chegarei atrasada.
três fatos que não envolvem você, um conjunto de três motivos que não te ostentem em mim. 

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Voltei.
Fui com a intenção de fugir de muitas coisas e terminei o descanso com coisas expostas. Muito mais expostas do que queria, na verdade, mas enfrentar o medo é o mais sabido de se ter um medo. Só que dói. Só que incomoda e me tira o sono. Me dá dores de cabeça chorando enquanto penso. Tudo quer acontecer de uma vez aqui dentro. Não sei se minto ou falo mesmo. Não sei se amo ou odeio. Não sei se quero perto ou exijo distancia. Não sei se pergunto ou respondo. Não sei se sou defesa ou se sou ataque. Não sei quanto meu medo me leva pra longe e quanto é referente a realmente não poder estar perto e, por consciência demasiada desse sentimentalismo errado, vou embora porque nossos olhos provocam um tremor na terra (ou será meu corpo que treme?). 
Corro a 100km/h internamente quando penso no desafio que foi nos encontrarmos nas esquinas quase casuais. Você não pensa nisso? Fiquei intrigada, instigada, confusa e complexa. As vezes o fato de eu não saber escolher e usar o 'e' na minha vida me torne uma pessoa abarrotada de sentidos, e talvez eu não saiba usa-los. Se te olho não consigo abrir a boca, não consigo esconder o que acende quando você passa. 
Tá vendo, é só eu me distrair um pouco e, POW! Chegam esses pensamentos impróprios pra vida que queremos levar. É, eu sei. 
Eu gostaria que você quisesse tentar entender pra poder me explicar, porque eu tenho tentado há algum tempo mas não consigo acompanhar suas deixas, e deixo ir sem saber o que acontece, talvez caminhando pelo lado errado, com o faro pouco aguçado, morrendo à prova

04/01/14

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