segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

O anjo mais velho.

Você é quase um acidente psicológico que me anestesia em algumas ocasiões e, deveras vezes, não deveriam te recordar. Mas eu sempre levanto e aplaudo. 
As maiores coisas são ditas em pequenas proporções, sem grandes exclamações, sem grandes exageros - com a imensidão da singelidade.  Em uma distancia temporal de dez frações de segundo, ai ai ai.
As pessoas me interessam, qualquer delas, desde que sejam interessantes! Na maioria das vezes elas só me dão preguiça mesmo. Talvez seja esse contato obrigatório para com as explicitações alheias. Não é serenidade, é ego. 
E das vaidades eu estou cheia das minhas - não tenho mais espaço. 
Tô com medo de ficar pela cidade; tenho me refugiado nos braços das costas, no litoral das minhas magoas guardadas. Tenho fugido sim, depois de tanto alfinetar a cabeça, tenho fugido - a poesia traduz quase toda concreticidade, sabe?! Seu rosto lateja minhas vagas lembranças, ostentando todas as ilusões. 
No fim das contas, cada uma volta pro seu respectivo buraco. 



"do começo ao fim
quem vai ficar 
quem vai ouvir 
quem vai ver?"

mix do reveillon até atual data.


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