quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Depois das Seis.

Gosto dessa psicodelia de rua -
organizada, 
dessa quase doença tratada,
desses trejeitos sem jeito,
desses desejos vorazes,
desses traços capazes,
desse 'fito e não deito'.
Onde paramos o carro? 
Onde estacionamos os lábios
e se eu escrevesse mil versos talvez desconexos, sem 'mi' nem por quê?!
Perdi datas e conteúdo
e nessa reviravolta de mundo
estamos pagando pra crer.
Os fonemas parecem poemas - é só analisar as rimas que não precedem,
aquelas que perecem de dentro de mim. 

21/01/2014

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