sábado, 26 de outubro de 2013

pessoalíssimo corpo.

é! acabei de me dar conta do quanto gosto do meu corpo. sim, no sentido estético-físico-imagem da coisa. com as dobrinhas e os pelos. com as estrias e celulites. com os rabiscos e com os furos. e com os joelhos tortos e unhas roidas. com o pé cascudo de tanto andar descalça. com os dentes tortos e amarelados. com os cravos no nariz. é! gosto de mim exatamente assim. me olhei, nua no espelho. nua de tudo. nua de preconceitos, nua de padronizações, nua de corpo e alma, saca? me olhei pra me ver de verdade. saber do que gosto em mim. e quando via todo esse corpo amarelado por São Paulo, me dei conta que o que mais gosto é essa capacidade que me permiti de ver a vida em diferentes angulos. e me olhar de dentro pra fora, do presente pro futuro e do futuro pro passado perceber que, caramba, acabei de me dar conta do quanto gosto do meu corpo. como corpo além de corpo. 

26/10/2013

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