segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Quando nada mais dá pé.

Quero por no mundo porque não cabe em mim
porque o que eu penso é prático.
Faço das palavras dela, minhas. E por mais que eu me sinta dita e identificada, meu ego está gritando porque eu não consigo abri a boca pra falar em tudo o que eu acredito.
Não sei se estou me calando por me calarem ou porque acho mais inteligente só ouvir;
Quero falar mais muitas outras coisas - escrever torto por linhas retas.
Acabei de sentir porque eu sempre saio das conversas: porque 'achismos' eu encontro em dez minutos ou dez anos de conversa em igual solidez e prepotência.
"(queria repetir uma frase que ouvi, porque sim, gostei
- mas esqueci).
E eles voltaram a falar todos juntos, sobre outros muitos juntos em outros lugares que se encontram, e são muitas vozes em um eco quase uníssono, insano, insosso. E eu até gosto do que ouço, mas é sempre tão romântico mesmo com todas essas razões ditando as conversas... os verbos continuam soando autoritários! Parece que nada muda enquanto tudo se transforma, você entende?! A folha acabou, gostei da sinceridade politica dela e eu poderia escrever eternamente...
mas,
 a folha acab.

Nenhum comentário:

Postar um comentário