sexta-feira, 19 de julho de 2013

a poesia faz aniversário.

Se eu pudesse, certamente me apaixonaria por você, você sabe, não é?!
E mesmo quando eu não posso, eu sou perdidamente insana por você. 

Pelas suas atitudes pequenamente grandiosas, pelas suas ironias ou do destino, pelas suas palavras certeiras e pelas suas incertezas latejantes.                                         As rimas, os parágrafos, as vírgulas, os pontos. 
Você me faz querer ser uma reticência no meio de tudo o que quero finalizar. Estou para descobrir o que acontece comigo quando você quase aparece na minha vida.
Acho que é disso que preciso, me refugiar um pouco e beber, chorar, sorrir, fotografar, escrever, cantar, fumar, ter/ser/querer você. Você é o que me faz dançar sozinha na sala de casa, numa sexta-feira a noite,  e desejar que a única companhia seja Florence no meu fone de ouvido, gritando, berrando, louca!
Comecei a escrever e queria te dizer milhões de coisas, mas nada mais disso faz sentido, perdeu-se, caiu no buraco da Alice.
E a propósito, eu te amo, mesmo sem saber o que é exatamente isso.
E admiro, cada pegada sua.
Hoje, por exemplo, você faz aniversário. A versão doispontozero da vida, duas décadas de sofridas despedidas e gozadas insanas - é gozado, não?!
Queria te dizer coisas que você se lembraria. Coisas distintas de tudo o que eu já disse. Coisas insanas, talvez, quase insignificantes demais pra passar em branco. Que eu desejo os seus desejos e que felicito todas as suas felicidades: todo o resto é poesia.

19/07/2013

Nenhum comentário:

Postar um comentário