sábado, 27 de abril de 2013

Deck na Beira do Rio.

P 2
Só quem conhece a cidade como eu.
Só quem abusa dos mesmos graus e enxerga os mesmos angulos no mesmo horário.
Mais ninguém pode ter a cidade que eu tenho, os cheiros que eu tenho, os sons que eu tenho.
Só quem sente essa cidade, só quem vive e revive essa cidade,
Quem a descobre todos os dias;
Quem a des-cobre todos os dias e não se deixa levar por fotografias ou moradias.
Querida, só você tem olhos equivalentemente castanhos como os meus: este poema é Para ti.

P 1 
Eu tô aqui, de novo. Talvez tenhamos pensado em 'aquis' diferentes (eu espero que seja isso) , porque tudo o que tenho girado é com a exclusividade de te encontrar de alguma forma.
Acabei de me dar conta que não tem o que escrever: você não vai aparecer, quem sabe, nunca mais; e talvez esse seja o único recado que você quer enviar.
27/04/2013

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