terça-feira, 4 de dezembro de 2012


Nunca foi tão bom imaginar alguém na cama quanto é quando eu me toco pensando em você. 
Eu vou ao delírio. Gaguejo, gemo, GRITO.
Peço por favor pra vir logo. 
Ignorar as mulheres da televisão, a dor no pulso e lembrar do seu sorriso largo e a voz mansa. 
Não sei porque to admitindo isso.
É que no auge do meu pós-você eu me pus a pensar que você é meu ápice sexual sem nunca termos nos beijado. 
Mas esse frio na barriga me faz muito bem - sempre fez!
Adoro desejar intensamente você. 
Desejar a carne e o cigarro de conclusão de curso.
Desejar agora que esse seja apenas o primeiro poema pra você e que um dia você possa o ler em voz alta
Nua
Com as mãos molhadas, ofegante
Deitada na minha cama - e os seguintes sejam relatos e não solicitações.

Sexo me dá fome, preciso me despedir de você. 
Mas eu imploro:
Por favor, volte sempre! 

4/12/12

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